Uma emocionante viagem pela Islândia – Parte I

Atualizado por Rogerio Milani em 05/07/2020

Rogerio Milani

Mergulhe de cabeça numa emocionante viagem pela Islândia, na companhia da Roberta, nossa super parceira e proprietária da Matrimoning!

Uma emocionante viagem pela Islândia – Parte I

Queria começar uma série de artigos para o VIajando Bem escrevendo sobre um lugar diferente, um lugar que poucos conhecem, mas nem por isso menos maravilhoso. Então pensei: por que não falar sobre a nossa viagem pela Islândia?

O país está muito em voga entre os jovens europeus e depois da Copa de 2018 – nós brasileiros – aprendemos a amar este povo composto por pouco mais de 300 mil pessoas. Mas vamos ao que interessa: a Islândia.

Com um pouco de sorte, conseguimos comprar as passagens por “míseros” 150 euros por pessoa, passando por Londres. Compramos os nossos tênis de tracking, nossos casacos e calças impermeáveis e partimos para esta aventura, deixando o calor de Roma e esperando encarar muita chuva e frio no setembro ártico. 

Chegamos ao aeroporto de Keflavík, o único na ilha, a poucos quilômetros da capital Reykjavík e, como tínhamos só três dias, organizamos tudo milimetricamente.

Alugamos um carro para poder percorrer toda a parte sul e o nosso primeiro dia começou com uma visita emocionante: a Bridge Between Continents. Trata-se de uma ponte que une as placas tectônicas da América e Europa: com apenas um passo eu consegui chegar ao meu continente e com outro voltei para o Velho Mundo.

Enquanto nos dirigíamos para o próximo destino, nos encantávamos com as paisagens. Tudo era novo, não sabíamos para onde olhar. Por mais que tenhamos viajado, o que vimos na Islândia é tão diferente que foi impossível não ficar de boca aberta: a vegetação, os relevos, as cascatas, o solo feito de areia preta vulcânica… Enfim, chegamos em Reykjanestá, um lugar maravilhoso com rochas negras, um farol e um penhasco com vista para o mar. 

A tarde foi dedicada a um passeio pelas ruazinhas da capital e para fazer compras. Havíamos pesquisado algumas lojas que vendiam artesanato local e roupas de lã típicas, mas vimos os nossos planos falirem depois de entrar nas duas primeiras lojas: os preços eram altíssimos e me senti como quando tinha 16 anos e viajava com a família, eu queria comprar tudo que via pela frente e meu pai me dizia que não. Desta vez, era eu quem dizia para mim mesma: “não vai comprar um blusão de 250 euros, Roberta!”. Mas obviamente isso não conseguiu estragar os encantos da cidade.

Caminhamos pelas ruas, vimos os adolescentes que saíam das escolas e mães que empurravam seus carrinhos de bebê. Almoçamos em um restaurante chamado Hofnin, que fica no porto. A cozinha era muito boa e comemos pratos típicos com vista para o mar. É claro que o preço foi salgado, mas valeu a pena!

No entanto, o melhor de tudo estava reservado para a noite, uma visita na Lagoa Azul, um spa termal a céu aberto com águas azuis (logicamente) e quentes (quase 40 graus) em Grindavík.

Chegando ali, pegamos nossas toalhas, nos trocamos e nos encontramos fora. Fomos informados que era um dia ótimo para estar ali, pois não estava chovendo (o que geralmente acontece todos os dias em setembro). Estava muito frio e nos jogamos o mais rápido possível na água quentinha. Pegamos os nossos drinks, relaxamos, admiramos com torpor a beleza de tudo o que nos rodeava, fizemos uma máscara facial e, quando resolvemos olhar para o céu, lá estava ela: a aurora boreal.

Todos os turistas apontaram os celulares para o céu e um grande “ohhhhhhhh” saiu da boca de quem ali estava. Nós não, estávamos sem celular e conseguimos venerar o espetáculo. Eu chorei emocionada. Até hoje me arrepio ao lembrar: e pensar que se estivesse chovendo e se tívessemos reservado o spa pela manhã (como era previsto inicialmente), eu nunca teria visto esta maravilha da natureza. 

A noite acabou no centro de Reykjavík, onde todos faziam festa. Nós comemos um cachorro quente, bebemos alguma coisa em um barzinho e fomos dormir. O dia já tinha sido de grandes emoções e naquele seguinte nos esperavam novas aventuras. 

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Roberta é uma viajante brasileira, apaixonada pelos sabores, cheiros e paisagens das culturas que conhece pelo mundo. Ama principalmente o mar e lugares onde possa desfrutar de um bom vinho e ótima culinária. Vive em Roma e é a fundadora da Matrimoning, empresa que organiza casamentos na Itália, e adora ver a felicidade estampada nas carinhas dos seus casais.

Se quiser mais dicas de viagem ou saber mais sobre os casamentos no Bel Paese, você pode contatá-la no perfil do Instagram @robertaautunno ou @matrimoning.

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Roberta é uma viajante brasileira, apaixonada pelos sabores, cheiros e paisagens das culturas que conhece pelo mundo. Ama principalmente o mar e lugares onde possa desfrutar de um bom vinho e ótima culinária. Vive em Roma e é a fundadora da Matrimoning, empresa que organiza casamentos na Itália, e adora ver a felicidade estampada nas carinhas dos seus casais.

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